terça-feira, 27 de novembro de 2007

Microsoft e Nintendo vão mal em ranking do Greenpeace

Se por um lado a Nintendo vai muito bem no mercado de videogames, graças às performances invejáveis de Wii e DS, em compensação foi a primeira empresa a levar nota zero (de 10) em um ranking do Greenpeace, que avalia as empresas "amigas" do meio ambiente.Na verdade, a Big N não está sozinha, já que a Microsoft também não aparece bem cotada no ranking - ambas demoraram muito para anular materiais químicos de seus consoles. Além disso, a Nintendo não divulgou aos consumidores detalhes sobre as substâncias que utiliza ou sobre a eliminação de materiais tóxicos.A Microsoft, por sua vez, promete eliminar químicas tóxicas apenas em 2001, além de não possuir um programa voluntário de substituição.Por isso, ambas as empresas ocuparam as últimas posições na lista do Greenpeace, que traz 18 companhias no total, como Royal Philips Electronics NV e Sharp Corp.
Postado por: Mônica Mitozo

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Humor - Corporativismo

Um diretor de produção, um diretor de marketing e o presidente da empresa estão na rua a caminho de uma reunião. Ao atravessarem um parque encontram uma lâmpada antiga. Esfregam a lâmpada e de repente aparece um gênio.O gênio diz-lhes:- Só tenho 3 desejos, por isso, terão um cada um.O diretor de produção diz logo:- Eu primeiro, eu primeiro! - e exprime o desejo:- Eu quero estar nas Bahamas, ao volante de um barco ultra-rápido. E puff!!! Partiu.- Agora eu, agora eu!!! - grita o diretor de marketing.- Eu quero estar nas Caraíbas, rodeado das mais belas mulheres e com uma fonte inesgotável de cocktails exóticos. Puff!!! Partiu.Em seguida diz o gênio ao administrador:- É a sua vez.O presidente diz:- Eu quero estes dois cretinos de volta ao trabalho depois do almoço!
MORAL DA HISTORIA:Deixem sempre o chefe falar em primeiro lugar!

Postado por: Vanessa de Oliveira

Mercado de trabalho: mulheres têm maior ingresso, mas ainda recebem menos.


Dados do relatório final da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), divulgados na quinta-feira (21) pelo Ministério do Trabalho, mostram que o ingresso das mulheres no mercado formal é maior do que o dos homens. A participação delas cresceu 6,59% em 2006 e a dos homens, 5,21%.


As mulheres predominam entre os trabalhadores com nível superior completo. Nesta faixa de escolaridade, elas ocuparam mais 164,9 mil postos em 2006, enquanto que os homens preencheram apenas 73,4 mil.


De acordo com o presidente da consultoria Caliper, José Geraldo Recchia, o que se percebe é que as mulheres estão estudando cada vez mais que os colegas do sexo masculino. "Tudo isso tem relação com o fato de elas terem que mostrar mais competência do que os homens", afirmou.


Liberdade, mas com salário menor


Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, elas estão entrando no mercado de trabalho mais preparadas. "Significa dizer que a mulher, quando tem maior informação e escolaridade, começa a disputar um posto e conquistar a sua liberdade", disse.


Mesmo com esta autonomia, elas ainda continuam a ganhar menos que os homens. Dados do estudo comprovam que mulheres com nível superior recebem 57,19% do salário um profissional do sexo masculino nas mesmas condições.


A diferença, por sua vez, cai de acordo com o nível de escolaridade. Dentre os analfabetos, o salário feminino alcança 82,59% da remuneração masculina. "Precisamos convencer os empresários a aumentar estes salários", disse o ministro.


O que fazer?


As mulheres que buscam uma colocação no mercado de trabalho precisam saber desta realidade, mas não se deixar abater por ela. Conquistar um lugar implica em conseguir lidar com as pessoas e ter conhecimento sobre a área na qual deseja atuar. Depois disso, é partir para a especialização nesta profissão, em busca de um diferencial.


Diz-se que as mulheres são mais sensíveis, o que pode ser muito vantajoso na hora da procura por um emprego ou, até mesmo, ao tomar decisões em projetos e negociações, pois a sensibilidade implica em dar maior atenção a detalhes.


As profissionais que ocupam cargos de chefia, por exemplo, estão mudando a definição de liderança. Isso porque elas têm a capacidade de transmitir o lado familiar para a empresa, ao envolver mais as pessoas, trazer valores e não somente impor ordens.


Para se dar melhor no mercado de trabalho, as mulheres devem também facilitar a dupla jornada de casa e emprego, programando o dia, eliminando o estresse, pedindo ajuda quando necessária e concentrando-se no que realiza.



Postado por: Déborah Vasconcelos.

domingo, 25 de novembro de 2007

Inovações Tecnológicas










As 10 tecnologias que mudam a sua experiência digital !

Um pequeno grupo de recursos tecnológicos está mudando o formato e a utilidade dos produtos existentes nas lojas. Alguns são antigos e só desabrocharam nos últimos anos. Os sistemas de GPS e das telas sensíveis ao toque, por exemplo. Outros, como a nanotecnologia, mal deixaram os laboratórios. Todos se encaixam na definição de Carl Sagan para as tecnologias de ponta: "funcionam como mágica" .
1. Nova forma de lidar com as máquinas

TOUCH SCREEN










As primeiras telas sensíveis ao toque surgiram nos anos 70. Mas só em junho deste ano, com o lançamento do iPhone (foto), teve-se a exata dimensão de seu enorme potencial. O touch screen provocou uma revolução na interface entre o homem e a máquina. Botões tornaram-se obsoletos. No celular e no iPod Touch, da Apple, uma foto pode ser ampliada num movimento natural com as pontas dos dedos. Um estudo da consultoria americana Strategy Analytics prevê que quatro em cada dez telefones móveis adotarão telas desse tipo nos próximos quatro anos. A Microsoft, que já aplicou essa tecnologia numa espécie de mesa, agora testa seu uso em monitores de notebooks.
2. Aparelhos sensíveis ao movimento

ACELERÔMETRO


O acelerômetro é um sensor que identifica e mede a vibração e o movimento de um objeto. É o responsável, por exemplo, pelo funcionamento instantâneo do airbag do carro. Também é o princípio de funcionamento do console Wii (foto), da Nintendo. É a sensibilidade do acelerômetro a movimentos que permite que o console do jogo seja usado como uma raquete de tênis ou um taco de golfe. Quem informa o iPhone para horizontalizar uma imagem é o acelerômetro. Em alguns notebooks, o acelerômetro desliga o disco rígido se perceber que a máquina levou um tombo. Dessa forma, previne danos aos arquivos.
3. Telas finas, finíssimas





OLED

Desenvolvido pela Kodak no início da década de 80, organic light emitting diode (diodo orgânico emissor de luz, em inglês), ou Oled, permite produzir telas de televisores mais finas e leves que as de cristal líquido (LCD). Só agora chega às lojas o primeiro televisor com essa tecnologia. O aparelho, produzido pela Sony, tem uma tela de 11 polegadas e espessura de apenas 3 milímetros (foto). É só um pouquinho mais larga do que uma moeda de 1 real. Os monitores de Oled usam materiais plásticos à base de moléculas de carbono que emitem luz quando estimulados por uma corrente elétrica. No LCD, a imagem é criada por uma luz de fundo, que ocupa maior espaço. A imagem Oled também é melhor.
4. Sem perder o rumo

GPS

O global positioning system (GPS) foi desenvolvido no fim dos anos 70 pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Desde 1980, tem uso civil. Mas só se popularizou recentemente. Além de painéis de carros, está equipando os celulares. Neste ano foram vendidos 35 milhões de aparelhos com essa tecnologia, cujo funcionamento exige uma enorme infra-estrutura. Há 24 satélites (mais quatro sobressalentes) na órbita da Terra dedicados ao sistema GPS. Distribuem-se de tal maneira que cada pessoa com um aparelho com GPS, em qualquer ponto do globo, está sendo monitorada ao mesmo tempo por, no mínimo, quatro satélites.

5. Revolução simples e silenciosa

USB

O universal serial bus (USB) é um padrão criado pela indústria para a conexão entre diferentes aparelhos eletrônicos, como o computador e um MP3. Foi desenvolvido por um consórcio de empresas formado por Microsoft, HP, NEC, Intel e Agere. O USB simplificou o mundo dos eletrônicos de tal forma que, entre outros feitos, impulsionou a proliferação dos pen drives. Esses mecanismos de armazenamento, por sua vez, revolucionaram o transporte de dados. Conectar-se via uma porta USB tornou-se característica de uma infinidade de aparelhos. Até TVs ganharam entradas USB. Em setembro, a Intel apresentou um protótipo, o USB 3.0, que usa fibra óptica e é dez vezes mais rápido que os atuais. A versão 3.0 deve chegar às lojas em dois anos.

6. Mais poder para os PCs

NANOTECNOLOGIA
A manipulação de átomos, numa escala minúscula – a do nanômetro, 80 000 vezes mais fino que um fio de cabelo –, tem sido empregada sobretudo na biologia, na química e na medicina. Logo estará em todas as áreas da pesquisa. Na eletrônica já produz feitos notáveis: os chips menores e mais potentes. O processador Power 6 (foto), da IBM, que emprega recursos da nanotecnologia, bateu um recorde e conseguiu reunir 790 milhões de transistores num processador do tamanho de uma caixa de fósforos. O Prêmio Nobel de Física deste ano foi concedido a Albert Fert e Peter Grünberg, estudiosos da nanotecnologia aplicada à eletrônica. Graças à dupla, hoje se guarda em um MP3 o que dez anos atrás exigiria o espaço de um PC.

7. A nova vida dos celulares

3G

As redes de terceira geração (3G) para celulares estão em processo de ampliação no Brasil. No Japão e na Coréia, 3G já é o padrão da telefonia móvel. A tecnologia oferece conexões mais rápidas, similares à banda larga, entre telefones e a internet. Hoje, para baixar um arquivo de música da web para o celular, gastam-se três minutos. Com os sistemas 3G, esse tempo é de apenas trinta segundos. Essa velocidade permite que os telefones executem com maior eficiência funções hoje aborrecidamente lentas: baixar um filme inteiro ou fazer teleconferência.


8. Máquinas mais enxutas

MEMÓRIA FLASH

A memória flash é a tecnologia de armazenamento de dados empregada na maioria dos cartões de memória, pen drives, celulares e aparelhos de MP3. Ela substitui os discos rígidos com grande vantagem: ocupa menor espaço, é de acesso mais rápido e menos sujeita a danos em caso de pancada. Graças a esse tipo de memória, os notebooks vão ficar ainda mais fininhos. O Portégé R500 (foto), da Toshiba, o laptop mais leve do mundo, com 780 gramas de peso, trocou o HD pela memória flash. Uma das principais barreiras para a proliferação dessa tecnologia é o preço. Mas não por muito tempo. Pesquisa da consultoria americana Semico mostra que 1 gigabyte de memória flash custava 1 900 dólares há sete anos. Em 2009 custará apenas 9 dólares.
9. Fale com o computador

RECONHECIMENTO DE VOZ
A tecnologia de reconhecimento de voz está se tornando padrão nos celulares. O iPAQ (foto), da HP, smartphone lançado em agosto, reconhece vinte comandos de voz. Ainda é pouco, mas entender a fala contínua das pessoas é um desafio para as máquinas. Primeiro, é preciso converter as vibrações que a voz produz no ar em um dado digital – em bits, a língua dos computadores. Depois, é necessário comparar essa informação com os fonemas existentes em um idioma. O mais complicado é compreender o contexto em que os sons foram empregados. Variações de timbre e da velocidade com que as pessoas falam também dificultam o processo. Nesse campo, avança-se lentamente, mas os primeiros sinais de sucesso já estão nas prateleiras das lojas.


10. Conectividade total

RFID

Desenvolvidas durante a II Guerra, as etiquetas de radio frequency identification device (RFID) são bastante usadas. São elas, por exemplo, que permitem a passagem automática de carros pelos pedágios. É pouca coisa, se colocada na perspectiva de seu potencial de aplicação em uma infinidade de coisas. A Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, estuda formas de integrar o sistema RFID às redes de telefonia móvel. Dessa forma, qualquer produto – ou mesmo uma vitrine – poderá enviar mensagens automáticas para celular anunciando promoções. Os aeroportos de Las Vegas e de Hong Kong usam RFID para monitorar a circulação de malas. Em supermercados, a comunicação entre os produtos e o caixa permite o cálculo automático e antecipado da conta.


Fonte: http://www.veja.com.br/


Postado por: Mônica Mitozo.

Deficiência de profissionais de TI no Brasil

Talentos tecnológicos

Leia a entrevista exclusiva com o diretor da TCS Brasil, o indiano Sreenivas Dssdp. Ele fala sobre as deficiências dos profissionais de TI no Brasil e o que a empresa está fazendo para capacitar profissionais globais.
De que forma a TCS está contornando a falta de talentos em TI?
O problema é que não temos uma grande massa de técnicos qualificados para suprir este déficit de profissionais no setor. Mesmo tendo excelente qualidade técnica, o domínio do inglês ainda é uma deficiência entre os profissionais brasileiros de TI. A porcentagem da população que fala inglês no Brasil é menor se compararmos a países emergentes em TI, como a Índia, por exemplo. O idioma inglês pode não ser um problema na medida em que clientes locais podem ser atendidos. No entanto, o idioma é importante para que as empresas brasileiras de TI não se limitem a prestar serviços apenas localmente, mas também possam ir em busca deste enorme mercado global. Por exemplo, se compararmos as exportações de software de Brasil e Índia, as exportações da Índia alcançaram aproximadamente US$ 17,7 bilhões em 2005 enquanto que no Brasil as vendas externas representaram cerca de US$ 300 milhões. Uma alternativa encontrada pela TCS foi firmar parcerias acadêmicas com instituições de ensino a fim de capacitar estudantes de tecnologia em algumas tecnologias específicas. Caberá à TCS Brasil certificar os professores das instituições, assim como acompanhar a dinâmica dos cursos, que serão direcionados para algumas das práticas mais exigidas pelo mercado, incluindo Engenharia de Software e Processos de Qualidade. Ao final dos cursos, a idéia é que os graduandos sejam contratados pela TCS. Em 2006, mais de 200 estudantes foram contratados.
Ainda que a empresa tenha parceria com faculdades para formar novos profissionais, de que forma encontra profissionais no mercado para suprir a demanda imediata?
Como uma grande empresa de tecnologia, atuamos em várias frentes para conseguirmos os profissionais que necessitamos para as vagas em aberto. Além de possuirmos uma área específica para este fim no departamento de Recursos Humanos, utilizamos serviços de consultorias especializadas, além é claro da indicação de colaboradores, análise de currículos etc. No entanto, quando uma vaga se abre em determinado setor da empresa, a política da TCS é sempre procurar primeiro dentro de casa se dispomos de um profissional com o perfil e as qualificações para a vaga. Um setor dentro da TCS é responsável por esta busca e, em caso positivo, pela transferência do profissional.
A empresa teve de bolar alguma forma diferente para atrair profissionais de TI?
Nós temos crescido em um ritmo muito forte no Brasil e, consequentemente, temos recrutado centenas de profissionais do mercado brasileiro. Uma das políticas globais da TCS é trazer executivos experientes para acelerar a capacitação dos profissionais em países nos quais a companhia possui operações. A principal intenção ao trazer esses mentores é cultivar a cultura de qualidade da TCS entre seus novos funcionários. Daí a importância de que durante algum tempo os mentores trabalhem bem próximos dos gerentes de projeto para se certificar de que nenhum processo de qualidade está sendo comprometido.
Os indianos que vêm ao Brasil têm o papel de mentores e permanecem no país por um período predeterminado, entre 12 e 24 meses, a fim de capacitar os profissionais brasileiros, seguindo as métricas e metodologias desenvolvidas pela matriz na Índia. A TCS Brasil encerrou o ano de 2006 com um quadro de 1500 funcionários no Brasil, sendo cerca de 20 indianos. A imensa maioria (98%) dos funcionários é formada por brasileiros.
Postado por: Vanessa de Oliveira

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

LG: um caso do descaso!

A LG Electronics anunciou, ontem, que vai parar as atividades por quatro dias alegando não poder fazer o desembaraço das mercadorias para a produção no Pólo Industrial de Manaus (PIM). Em nota, a empresa afirma que está impedida de atuar por ter as inscrições estaduais bloqueadas pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). A secretaria explica que está apenas cumprindo uma decisão judicial.

O secretário de Arrecadação da Sefaz, Thomaz Nogueira, disse que a liminar da LG, suspensa pela Justiça do Amazonas, contestava ação movida pelo Sindicato dos Metalúrgicos contra a Lei 2.390/96 (Lei Hanan) de incentivos estaduais, à qual a empresa é submetida.


Lei Hanan
No dia 24 de maio, uma decisão judicial em favor do Sindicato suspendeu os incentivos fiscais concedidos pela ‘Lei Hanan’ à LG, que recorreu, conseguindo a liminar.

De acordo com Nogueira, como a liminar foi derrubada no último dia 14, a empresa perdeu os direitos da ‘Lei Hanan’ e deve se enquadrar na nova lei de incentivos fiscais (Lei 2.826/2003), que deu às empresas do PIM a opção de ter vantagens até 2023, enquanto a lei Hanan encerra-se em 2013.

Produção
A nota da LG informa que a empresa tomará ‘todas as providências judiciais cabíveis para fazer valer seus direitos legais’ e que pretende continuar produzindo em Manaus. Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Estado do Amazonas, Valdemir Santana, devem entrar em licença remunerada a partir de hoje 600 trabalhadores, 50% da mão-de-obra da empresa. De todas as empresas do PIM, apenas a LG e a Cineral permaneceram na Lei Hanan.

De acordo com a matéria do site www.portalamazonia.com a LG, uma das grandes empresas do PIM, parou suas operações durante quatro dias.
Essa paralização pode nos fazer pensar que "como os administradores da empresa a deixaram chegar nessa situação"???
Será que os administradores não atentaram para o que estava acontecendo??? Não perceberam que mudanças estavam ocorrendo e que era preciso se ajustar a elas???
Ou pior será que perceberam, mas fizeram vista grossa???
A LG é um verdadeiro caso do descaso com as mudanças que o mercado exige das grandes empresas.
Talvez nunca saibamos o que realmente aconteceu, mas uma coisa se pode fazer: aprender com os erros e melhor ainda é aprender a evitá-los!!! Isso é o papel dos ADMINISTRADORES!!!

Postado por Déborah Vasconcelos.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Primeira entrevista de emprego? Veja as perguntas mais freqüentes.

Ingressar num mercado de trabalho tão concorrido é bastante difícil para quem não tem experiência. Por isso, no primeiro contato com a empresa, ou seja, na entrevista, o desempenho do candidato deve ser muito bom.Para isso, é preciso que você se antecipe quanto ao que acontece, freqüentemente, nesta etapa do processo seletivo. Veja abaixo as perguntas mais comuns e os assuntos em pauta nas entrevistas.
  • Falar sobre você: no começo, é preciso se apresentar. Quando chegar sua vez, nada de refletir sobre o existencialismo e sobre sua família. Diga apenas seu nome, idade, onde nasceu, onde mora e o que já fez (cursos, eventos e outros).É comum que perguntem seus pontos fortes e fracos, e você deve responder aquilo que é universalmente desejado e reconhecido, como pró-ativo e responsável como positivo e perfeccionista e exigente demais como negativo. Perguntas sobre qual seu ritmo, quais decisões são difíceis para você, que tipo de ambiente o agrada devem ser respondidas de acordo com o perfil da empresa, como você já deve ter pesquisado antes de ir para a entrevista. Caso não tenha esta resposta, diga apenas aspectos positivos, o que lhe trará boas impressões. Também podem ser perguntados sobre o último livro e filme que já leu e qual sua visão deles. Antes de sair de casa, já pense no que irá dizer, para não ser surpreendido e nenhuma idéia vir em mente.
  • Carreira: perguntas sobre carreira serão feitas logo em seguida: o que você já fez? Cite cursos e mostre no que eles lhe ajudaram, já que não tem experiência. Complemente dizendo que está à procura do primeiro emprego e de desafios. Nesta fase também poderão ser realizadas perguntas sobre seus objetivos. O que você pretende no curto prazo? Responda com clareza: ser um bom vendedor, gerente de uma multinacional. E no longo prazo? Aqui você deve mostrar que tem um plano de carreira consistente e que a empresa irá ajudar para isso.
  • Vaga: por que devemos contratá-lo para esta vaga? Responda com os benefícios que trará para a empresa: bom desempenho e geração de lucros. Diga também que está disposto a realizar o melhor tipo de trabalho e de crescer junto com a empresa. Você conhece a empresa? Se a entrevista foi marcada com antecedência e você não sabe esta resposta, pode ter certeza que mostrou total desinteresse na vaga. Isso porque existem meios muito fáceis de ter informações sobre a empresa e é praticamente sua obrigação buscá-las. Você mudaria de cidade? E de país? Diga somente a verdade, como deve ser feito em todo o momento da entrevista, para não se surpreender com um convite irrecusável no meio do caminho e complicar sua vida pessoal. Estas perguntas são apenas algumas feitas com frequência em entrevistas e, por isso, não são regras nem vistas em todas elas. Por isso, é sempre bom se preparar para tudo, colhendo o máximo de informações sobre a empresa e sobre seus objetivos pessoais.
  • Perfil: é importante sempre ter em mente que caprichar na resposta ou se destacar numa entrevista a emprego não significa "representar". Você não deve "criar" um personagem que não existe, mas sim vender sua própria imagem da melhor maneira possível. Mentir sobre seu perfil poderá colocá-lo em uma situação bastante desagradável no futuro. Imagine: após ser admitido, a empresa espera por um profissional que você demonstrou ser, mas que na realidade não tem muito em comum com o esperado.

Postado por: Déborah Vasconcelos

Fonte: www.uol.com.br/economia/carreira


Executivo: você sabe como agem os profissionais da Era do Conhecimento?

Os grandes executivos das empresas brasileiras estão divididos em duas fases: Era Industrial e do Conhecimento. Isso divide-os de acordo com a maneira com que agem frente a determinados problemas e na execução de tarefas do dia-a-dia da empresa.O executivo da Era Industrial tem características marcantes como: tomador de todas as decisões, diz às pessoas o que e como devem fazer, adoram sistemas de controle e apagam incêndios, mas estão um pouco inadequados à realidade. Diante disso, você sabe como age o executivo da Era do Conhecimento?
  • Posicionamento da empresaO executivo desta época sabe como posicionar a empresa diante dos problemas, clientes e consumidores. Por isso, eles sempre param e realizam avaliações frequentes para direcionar a empresa diante de novos acontecimentos.Além disso, eles sabem estabelecer prioridades. Você encontra algum tempo de seu dia para avaliar o trabalho da empresa? E para procurar novidades e definir que caminho seguir, ou se está no caminho certo? Se isso não acontece com você, é melhor rever seu cotidiano, afinal ainda está na era da indústria, quando as equipes não se comunicam como deve.
  • Relação com funcionáriosCom relação aos funcionários, os executivos da Era do Conhecimento sabem como unir a equipe, porque valorizam cada integrante, o que também é bom para o ambiente de trabalho, espaço que ele sabe moldar extraindo o que há de melhor de seus funcionários.Este executivo ainda sabe avaliar corretamente aquelas pessoas que trabalham em sua equipe, sem preconceitos e favoritismo. Será que você sabe como fazer isso?
  • Atitudes de trabalhoNas atividades realizadas diariamente, os executivos da nova era sabem como ligar pontos desconexos. Isso significa que eles têm noção do processo como um todo e estão atualizados com a realidade para saber contextualizar os fatos.Este executivo sobrevive no mercado de trabalho acirrado e competitivo porque tem a capacidade de alcançar bons resultados mesmo lidando com as pressões da empresa e dos próprios clientes.

Postado por: Déborah Vasconcelos

Fonte: uol.com.br/economia/carreira

sábado, 17 de novembro de 2007

Curtinhas...

A mais nova tecnologia de transferência de dados entre computadores é o PPL / PPC (Pendrive Pra Lá, Pendrive Pra Cá).

Pirataria, eu? Não, só faço transferência de tecnologia.

Fonte: piada.com

Postado por:Déborah Vasconcelos